quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Os lugares assombrados do Rio de Janeiro


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Lista dos lugares assombrados do Rio de Janeiro. 
  • Câmara dos Vereadores teria várias almas penadas já que no local onde ela foi construída haveria ruínas de uma capela que realizava cultos satânicos.

  • Prédio da Cândido Mendes (Centro) haveria até hoje um fantasma…

  • Fortaleza de Santa Cruz (Niterói) que serviu  de presídio durante o Golpe de 64, ouve-se gemidos e choros.

  • Museu Histórico Nacional haveria existência de muitos fantasmas, o local é pesado, Tiradentes foi esquartejado em seus calabouços.

  • Bairro de Santo Cristo e Gamboa fantasmas perabulam em noites silenciosas.

  • Instituto de Filosofia e Ciências Sociais – UFRJ, no Largo de São Francisco: Estudo lá e rolam vários boatos, especialmente entre os seguranças…

  • Campus da UFRJ na Praia Vermelha, onde parte da universidade é alocada, dividindo espaço com o Pinel.

  • Caixa de Socorros Dom João VI – Centro – várias pessoas, inclusive de dia ouvem vozes lá…

  • Instituto Estadual de Dermatologia Sanitária – a colônia dos tuberculosos.

  • Hospital Pedro II – Hoje onde se localiza o Museu do Inconsciente

  • Hospital que pertencia à Santa Casa, em Cascadura… há vários relatos de aparições no local… atrás do cursinho tinha/tem um antigo cemitério, nas imediações do hospital!

  • 28 de Setembro, Vila Isabel… em noites frias e silenciosas costumam ser vistos fantasmas vestidos à caráter em trajes na antiga Boemia Carioca.

  • Casa de Duque de Caxias, costuma aparecer a imagem de Duque de Caxias perambulando pelos corredores

  • Retorno dos trens para Central do Brasil nas altas madrugadas. O fluxo de de passageiros no desembarque das estações não corresponde aos embarques. Tem até o caso de um trem que saiu de Sta.Cruz completamente vazio, não parando em estação nenhuma. Ao chegar na Central do Brasil as portas foram acionadas inexplicavelmente e desembarcaram Fantasmas devidamente vestidos como na década de 20 e 30.

  • Ilha de Paquetá. Escravos eram submetidos a uma triagem, antes de vir para o Litoral. Sendo assim alguns deles ainda perambulam à noite pela Ilha na esperança de reencontrar “parentes” que ficaram na África ou que foram enviados para outro local. É uma penosa,e eterna frustação de uma espera.

  • Hospital Psiquiátrico Pedro II no Bairro do Engenho de Dentro. Ali à noite são ouvidos pelos vizinhos gemidos, e palavras sem sentidos. Longos discursos, longos debates com palavrões. Segundo conta-se ali muitas pessoas faleceram em eterno sofrimento e alienação mental.Nas grades são encontradas fantasmas à espera eterna de “visitas” dos parentes que os abandonaram naquele hospital até a morte.

  • Castelinho do Flamengo
     – conta-se que na década de 30 os donos do imóvel morreram atropelados. A filha do casal, Maria de Lourdes, passou então a ser criada por um tutor, que roubou seus bens, a prendeu na torre e a maltratou. Na década de 70, a construção se transformou em um cortiço habitado por moradores de rua, até que eles começaram a fugir de lá. Há relatos de que eles sentiam alguém tocando neles durante a madrugada, enquanto dormiam. Alguns chegaram a presenciar aparições de uma mulher, supostamente Maria de Lourdes, que teria voltado para retomar o que pertencia a ela.

  • Museu Nacional da Quinta da Boa Vista. foi onde a família real viveu e desde a morte da imperatriz Leopoldina, em 1826, há relatos sobre suas supostas aparições nos aposentos do antigo palácio. Consta até que um antigo vigilante noturno do museu chegou a pedir transferência do setor após ouvir, em plena madrugada, ruídos vindos das escadas e o barulho de uma máquina de escrever. Ao seguir os sons, nada foi encontrado.

  • Theatro Municipal – o fantasma do escritor Olavo Bilac é frequentador e já teria, inclusive, se identificado para um médium e recitado uma poesia. Há também uma moça de branco, com longos cabelos soltos, decote ornado de flores e que canta a Ave Maria de Gounod. É considerado um dos locais mais assombrados das Américas e lá vagam outros compositores e artistas já falecidos.

  • Fundação Oswaldo Cruz, em Manguinhos, o fantasma do epidemiologista folheia os livros na biblioteca

  • Antigo prédio do DOPs ainda ecoam os gritos daqueles que ali morreram torturados nos anos da Ditadura.

  • Biblioteca Nacional – os seis andares dos armazéns da BN são repletos de histórias de pessoas que viram vultos ou ouviram barulhos estranhos. Até às 7 da manhã costumam estar sentados, lendo comportadamente. Em um piscar de olhos, somem. Além de outras aparições a noite.

  • Casa da Marquesa de Santos – Quem o visita tem uma sensação estranha de que ela estaria observando os visitantes.

  • Torre Almirante (Petrobrás) -  No local onde foi construído o prédio existia antes a o edifício Andorinha, destruído em um incêndio em 1986 que morreram 21 pessoas. Hoje, quase sempre após o entardecer e à noite, barulhos estranhos ecoam pelos corredores e salas vazias, portas corta-fogo se batem, torneiras se abrem sozinhas, passos são ouvidos e vultos de pessoas são vistos passar.

  • Arco do Telles -único arco que se manteve de uma construção muito maior, mas destruída em um incêndio. Construção do século 18, localizada próxima á praça 15 de Novembro, hoje é lugar boêmio, com cerca de 15 bares, mas tem uma história de violência e crimes trágicos desde os 1700. Muitos assassinatos ocorreram ali nesses séculos pois o local era ponto de vagabundos, ladrões e criminosos que se aproveitavam da escuridão e precariedade do lugar. Mas o pior de tudo é que ali foi a residência da bruxa Bárbara dos Prazeres, notória feiticeira que lidava com práticas satânicas. Hoje tem-se relatos de aparições grotescas nas proximidades do lugar quando cessa a movimentação nos bares. As pessoas relatam serem seguidas por barulhos de passos fortes mas onde não há ninguém andando, e o barulho é como se alguém usando botas perseguisse quem passa por ali em determinadas horas. Também ouvem-se choros, lamentos e palavrões, além de vultos que parecem entrar e sair pelas paredes, além de uma espécie de gargalhada espectral que muitos dizem vir do lugar onde morava a bruxa Bárbara dos Prazeres.

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