quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Clitóris e o tamanho do prazer


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Por séculos, o clitóris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes. O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a "cidade do amor". O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.

O GNT exibiu um documentário que desvenda os mistérios do clitóris. O documentário inédito "Clitóris, Prazer Proibido" explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema. Assista a um trecho abaixo:



O clitóris é uma das regiões mais sensíveis do corpo feminino. Justamente por isso, é um ótimo aliado na hora de proporcionar prazer à sua parceira, mas deve ser tratado com cuidado. “Qualquer movimento rápido demais ou com muita pressão pode machucar", diz a ginecologista e sexóloga Marilene Cristina Vargas.

O tamanho do clitóris influi no prazer? 


Não. Isso é um mito. Assim como é uma crença equivocada acreditar que o tamanho do pênis interfere no prazer do casal. Mais importante que a anatomia desses órgãos é a maneira de tocá-los. E mais importante ainda é o estado emocional de cada pessoa na hora do sexo: ansiedade e preocupação são dois fatores que influem muito – e de forma negativa – no prazer.

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