sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

10 mitos sobre mulheres


TV's LCD, Home Theater, Celulares, Som Portátil
Uma sexóloga britânica, Petra Boynton, está em campanha contra quem sai por aí dando conselhos sobre sexo em jornais, revistas e programas de TV. Segundo ela, esses "sexperts" não têm experiência nem conhecimento sobre o assunto e se prestam a repetir clichês que quase nunca correspondem aos fatos.

Vale a pena reproduzir aqueles que, segundo Petra, são os dez mitos sobre a mulher mais freqüentes entre os comentaristas de sexo. Reconheço que cheguei a acreditar em pelo menos três desses equívocos: mulheres não se excitam visualmente como os homens (descobri que elas só se omitem de comentar); elas são sexualmente complexas, enquanto os marmanjos excitam-se num segundo (ainda acho a palavra "complexas" muito apropriada); o clitóris é uma versão diminuída do pênis (eu devia ter desconfiado que não tinha cabimento).

Os outros chavões nunca me convenceram: uma mulher sabe intuitivamente como dar prazer a outra; preliminares e penetração não se misturam; demora uns 20 minutos para que a mulher se excite; mais de 40% das mulheres têm alguma disfunção sexual; elas alcançam seu ápice sexual aos 40 anos; todas se excitam com a carícia lenta e circular do clitóris; se você quer que sua parceira faça algo gema quando ela acertar, nunca mostre ou diga.

Em matéria de sexo, todos temos nossas generalizações, que são conclusões apressadas por natureza, mas muito eficientes quando ditas com convicção. Tenho os meus mitos particulares. O principal é que mulher gosta de ser tratada com respeito até que haja intimidade e confiança suficientes para que a bandalheira se instale.

Homens muito delicados, excessivamente cuidadosos, que acariciam a namorada como se elas fossem desmanchar, podem ser caras legais, mas não são másculos. Tem que pegar com força e determinação, segurar pela cintura, puxar os cabelos, apertar o que estiver disponível. Não pode machucar, só fazer de conta. Parece fácil, mas exige treino e concentração.

O abraço, diferentemente do beijo, que permite infinitas variações, segue esses fundamentos, para mim, universais. No limite, ele é feito para imobilizar, manter os copos unidos pelo maior tempo possível. Entre amantes, anuncia o grau de posse, entrega e desejo: se não for intenso, desesperado, melhor dar um tapinha nas costas, um beijo na testa e sair de fininho. Não é um conselho. Apenas um comentário.

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